sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Gatos e Crianças: O Guia de uma Relação Fantástica

A relação entre gatos e crianças não tem de ser um problema. Podem ser excelentes companheiros e desenvolver a mais amorosa, carinhosa e divertida relação, capaz de perdurar no tempo e tornar-se numa experiência de vida inestimável.
No entanto, esta relação deve ser cultivada desde o primeiro dia e devem ser colocadas em prática precauções de higiene e segurança que permitam tudo correr pelo melhor.
Se tem uma criança em casa e está a ponderar adotar um gato, ou se já tem um gato e está prestes a receber um novo membro da família humana, este artigo é para si e vai ajudá-lo com todos os passos e cuidados necessários. Desde os preparativos até à convivência do dia a dia, passando pelas preocupações mais comuns de saúde.
Apesar de nos focarmos essencialmente em gatos ao longo deste artigo, com comportamentos que são específicos destes nossos peludinhos, muitas das recomendações também se aplicam a outros animais que tenha ou venha a ter em casa.

Os gatos não têm de ser um perigo para a saúde, antes pelo contrário
Muitos pais têm receio que a convivência entre as crianças e os animais se torne num problema de saúde. Receio que o gato possa aleijar a criança, que lhe transmita doenças ou provoque alergias.
Estas preocupações são perfeitamente naturais. Nenhum pai ou mãe no seu perfeito juízo quer colocar em risco a saúde do seu filho.
A boa notícia é que os potenciais problemas são evitáveis seguindo alguns cuidados simples. Basta para tal que esteja bem informado sobre cada uma das questões. Assim, antes de passarmos aos preparativos e convivência entre as crianças e os gatos, vamos abordar os potenciais problemas de saúde que mais preocupação causam nos pais.

Gravidez e toxoplasmose

Cuidados durante a gravidez com a toxoplasmose

A primeira grande preocupação de saúde, sobretudo quando já existe um gato em casa, surge ainda antes da criança nascer, durante a gravidez.
Infelizmente, alguns médicos pouco atualizados ainda recomendam que as mulheres grávidas se desfaçam dos gatos que têm em casa. Tal medida é manifestamente exagerada, mas acaba por assustar os pais que estejam menos informados. Com prejuízo para o gato que se vê forçado a ir embora.
O problema em causa é a possível transmissão de uma doença chamada toxoplasmose, que os gatos podem transmitir através dos dejetos na sua caixa de areia. Caso a mulher grávida seja infetada e não seja imune à doença, isso pode trazer complicações graves para o feto.
Felizmente, é possível evitar a transmissão da toxoplasmose seguindo algumas medidas de segurança — e não precisa de se separar do seu amigo felino. Aliás, como verá de seguida, o gato não é sequer o principal transmissor desta doença, pelo que outros cuidados no dia a dia da casa são necessários:
  1. Peça ao seu médico o teste sanguíneo de imunidade à toxoplasmose, que idealmente deve ser feito antes de engravidar. Se já tiver sido infetada anteriormente, estará provavelmente imune (a toxoplasmose não costuma dar sintomas, ou assemelha-se a uma gripe, por isso é difícil de saber se já a teve ou não sem análises);
  2. Não toque mais na caixa da areia do seu gato, a responsabilidade pelas limpezas deve passar para outra pessoa;
  3. Se tiver mesmo de ser você a limpar a caixa, proteja-se com um bom par de luvas, máscara na cara e lave muito bem as mãos quando terminar;
  4. Não é só o gato que transmite toxoplasmose: manusear ou ingerir carne crua ou trabalhar em jardinagem é bem mais arriscado. Evite estas tarefas, ou proteja-se bem (com um bom par de luvas) antes de as executar;
  5. Cozinhe muito bem a carne antes de a ingerir e não utilize a mesma faca ou utensílio com que cortou carne crua, para cortar frutas e vegetais;
  6. Descasque ou lave muito bem todas as frutas e vegetais que consumir;
  7. Não beba leite não pasteurizado ou produtos feitos com leite não pasteurizado (alguns queijos e iogurtes). Não consuma também ovos crus;
  8. Lave frequentemente as mãos, incluindo de cada vez que mexe no seu gato;
  9. Não deixe o seu gato sair de casa, para não correr o risco de ser infetado na rua por outros animais ou pela ingestão de alimentos infetados;
  10. Não alimente o gato com carne crua.
  11. Fale com o seu médico e também com o veterinário do seu gato, que certamente a irão auxiliar em dúvidas que possa ter.
    As alergias e a asma
    Preocupações de saúde na interação entre gatos e crianças

    Gatos e Crianças: O Guia de uma Relação Fantástica

    O guia de uma relação fantástica entre gatos e crianças
    FOTOGRAFIA ORIGINAL: JIMEE, JACKIE, TOM & ASHA
    A relação entre gatos e crianças não tem de ser um problema. Podem ser excelentes companheiros e desenvolver a mais amorosa, carinhosa e divertida relação, capaz de perdurar no tempo e tornar-se numa experiência de vida inestimável.
    No entanto, esta relação deve ser cultivada desde o primeiro dia e devem ser colocadas em prática precauções de higiene e segurança que permitam tudo correr pelo melhor.
    Se tem uma criança em casa e está a ponderar adotar um gato, ou se já tem um gato e está prestes a receber um novo membro da família humana, este artigo é para si e vai ajudá-lo com todos os passos e cuidados necessários. Desde os preparativos até à convivência do dia a dia, passando pelas preocupações mais comuns de saúde.
    Apesar de nos focarmos essencialmente em gatos ao longo deste artigo, com comportamentos que são específicos destes nossos peludinhos, muitas das recomendações também se aplicam a outros animais que tenha ou venha a ter em casa.
    Conteúdos:

    As preocupações naturais com a saúde

    Os gatos não têm de ser um perigo para a saúde, antes pelo contrário
    FOTOGRAFIA: PAUL MAYNE
    Muitos pais têm receio que a convivência entre as crianças e os animais se torne num problema de saúde. Receio que o gato possa aleijar a criança, que lhe transmita doenças ou provoque alergias.
    Estas preocupações são perfeitamente naturais. Nenhum pai ou mãe no seu perfeito juízo quer colocar em risco a saúde do seu filho.
    A boa notícia é que os potenciais problemas são evitáveis seguindo alguns cuidados simples. Basta para tal que esteja bem informado sobre cada uma das questões. Assim, antes de passarmos aos preparativos e convivência entre as crianças e os gatos, vamos abordar os potenciais problemas de saúde que mais preocupação causam nos pais.

    Gravidez e toxoplasmose

    Cuidados durante a gravidez com a toxoplasmose
    FOTOGRAFIA: VIA CATSTER
    A primeira grande preocupação de saúde, sobretudo quando já existe um gato em casa, surge ainda antes da criança nascer, durante a gravidez.
    Infelizmente, alguns médicos pouco atualizados ainda recomendam que as mulheres grávidas se desfaçam dos gatos que têm em casa. Tal medida é manifestamente exagerada, mas acaba por assustar os pais que estejam menos informados. Com prejuízo para o gato que se vê forçado a ir embora.
    O problema em causa é a possível transmissão de uma doença chamada toxoplasmose, que os gatos podem transmitir através dos dejetos na sua caixa de areia. Caso a mulher grávida seja infetada e não seja imune à doença, isso pode trazer complicações graves para o feto.
    Felizmente, é possível evitar a transmissão da toxoplasmose seguindo algumas medidas de segurança — e não precisa de se separar do seu amigo felino. Aliás, como verá de seguida, o gato não é sequer o principal transmissor desta doença, pelo que outros cuidados no dia a dia da casa são necessários:
    1. Peça ao seu médico o teste sanguíneo de imunidade à toxoplasmose, que idealmente deve ser feito antes de engravidar. Se já tiver sido infetada anteriormente, estará provavelmente imune (a toxoplasmose não costuma dar sintomas, ou assemelha-se a uma gripe, por isso é difícil de saber se já a teve ou não sem análises);
    2. Não toque mais na caixa da areia do seu gato, a responsabilidade pelas limpezas deve passar para outra pessoa;
    3. Se tiver mesmo de ser você a limpar a caixa, proteja-se com um bom par de luvas, máscara na cara e lave muito bem as mãos quando terminar;
    4. Não é só o gato que transmite toxoplasmose: manusear ou ingerir carne crua ou trabalhar em jardinagem é bem mais arriscado. Evite estas tarefas, ou proteja-se bem (com um bom par de luvas) antes de as executar;
    5. Cozinhe muito bem a carne antes de a ingerir e não utilize a mesma faca ou utensílio com que cortou carne crua, para cortar frutas e vegetais;
    6. Descasque ou lave muito bem todas as frutas e vegetais que consumir;
    7. Não beba leite não pasteurizado ou produtos feitos com leite não pasteurizado (alguns queijos e iogurtes). Não consuma também ovos crus;
    8. Lave frequentemente as mãos, incluindo de cada vez que mexe no seu gato;
    9. Não deixe o seu gato sair de casa, para não correr o risco de ser infetado na rua por outros animais ou pela ingestão de alimentos infetados;
    10. Não alimente o gato com carne crua.
    Fale com o seu médico e também com o veterinário do seu gato, que certamente a irão auxiliar em dúvidas que possa ter.

    As alergias e a asma

    Preocupações de saúde na interação entre gatos e crianças

    A segunda preocupação mais frequente dos pais são problemas respiratórios nas crianças como alergias e asma.
    Curiosamente, estudos recentes têm apontado para uma relação inversa: um contacto com animais desde tenra idade ajuda a que o organismo desenvolva uma resposta imunitária capaz de prevenir o desenvolvimento destes problemas.
    Segundo um estudo publicado na revista médica The Lancet, várias crianças em contacto permanente com gatos desenvolveram um tipo de anticorpo que as protege das alergias. O mesmo estudo demonstrou que crianças que não têm gatos, em contacto com outras crianças que os tenham (como os colegas de escola), estão em maior risco de contrair essas alergias.
    Noutro estudo realizado na Alemanha e liderado por Joachim Heinrich, mais de 8 mil crianças foram acompanhadas desde que nasceram até aos 6 anos de idade. O estudo concluiu que as crianças com gatos ou cães em casa são mais tolerantes ao pó e às alergias inaladas. O mesmo investigador, o ano passado, participou de um novo estudo onde ficou demonstrado que a exposição doméstica aos gatos não está associada a sintomas alérgicos ou asmáticos.
    Ainda um outro estudo, este publicado na Journal of the American Medical Association, comparou 184 crianças que viviam com dois ou mais animais (cães ou gatos), a 220 crianças que não viviam com nenhum destes animais. Concluiu que as crianças expostas a animais de estimação tinham menos de metade da probabilidade de desenvolver alergias comuns.
    Os gatos podem trazer benefícios ao sistema imunitário das crianças
    Uma explicação para os resultados destes estudos pode ser o que os investigadores chamam de hipótese da higiene. Esta teoria defende que as crianças que crescem em ambientes hiper higienizados desenvolvem um sistema imunitário mais frágil, pois praticamente não contactam com microrganismos.
    Tal não significa que a higiene não seja importante — é uma das nossas prioridades ao longo de todo este artigo — mas sim que o contacto com animais não tem de ser prejudicial para a saúde da criança. Pelo contrário, pode trazer benefícios.
    Existem outros estudos que comprovam outros benefícios dos gatos para a saúde humana, tanto em crianças como em adultos. Este artigo não pretende ser exaustivo neste ponto, mas caso pretenda aprofundar siga esta ligação, esta aqui e esta também, todas em português.
    A saúde do gato
    O gato deve ser regularmente vacinado e desparasitado
    Naturalmente, a saúde do seu gato deve ser controlada e os check-ups regulares no veterinário devem estar em dia, de forma a proteger tanto o animal como as pessoas que o rodeiam. A começar pela criança.
    O gato deve ter as vacinas em dia e deve ser desparasitado regularmente, tanto interna como externamente, para evitar o contacto de pulgas e outros parasitas ou fungos com a criança.
    As unhas do gato também devem ser cortadas regularmente. Note que o corte de unhas dos gatos não é um processo tão simples como o corte das nossas unhas. Nos gatos, existem ramificações sanguíneas que se estendem até perto da ponta da unha e esses vasos não devem ser atingidos, pois além de dor causam hemorragia. Caso nunca tenha cortado unhas a gatos ou não se sinta à vontade, peça ao seu veterinário.
    Por fim, mantenha-se vigilante sobre sinais que o gato possa transmitir sobre problemas de saúde. Um gato que por algum motivo esteja com dores, vai reagir de forma mais agressiva em qualquer situação, o que pode dar origem a arranhões e mordidas. Se nota que o comportamento do gato sofreu alguma alteração, convém levá-lo ao veterinário.


Doença causada pelo arranhão do Gato


             Doença da arranhadura do gato é uma infecção geralmente causada pela bactériaBartonella henselae. Essa infecção ocorre quando um indivíduo é arranhado ou mordido por um gato hospedeiro dessa bactéria.A bactéria tende a se proliferar infectando a parede dos vasos sanguíneos, deixando o local lesionado com uma bolha vermelha característica da doença e pode complicar causando uma celulite, que é um tipo de infecção na pele ou uma adenite.Indivíduos que possuem gatos como animais de estimação, devem ter cuidado com a saúde do animal, fazendo visitas freqüentes ao veterinário, pois geralmente o gato não demonstra qualquer sinal da doença, podendo dificultar o diagnóstico.

Doença causada pelo arranhão do Gato

Sinais e sintomas 
Os sinais e sintomas que podem indicar a doença da arranhadura do gato são: 
  • Bolha vermelha em torno do local do arranhão;
  • Gânglios linfáticos inflamados, popularmente chamadas de ínguas;
  • Febre alta que pode ser de 38 a 40ºC;
  • Dor e rigidez no local lesionado;
  • Falta de apetite e emagrecimento sem causa aparente;
  • Problemas de visão como vista embaçada e ardência nos olhos;
  • Irritabilidade.
Há suspeita dessa doenças quando a pessoa fica com os gânglios linfáticos inchados, após ter sido arranhada por um gato. A doença pode ser diagnosticada através de um exame de sangue que detecta anticorpos específicos contra a bactéria Bartonella henselae. Também podem ser realizados outros exames para eliminar outras possíveis doenças.
Algumas pessoas podem apresentar todos os sintomas com excessão da arranhadura do gato, o que sugere que existe outra forma de contaminação que não seja através de mordidas ou arranhões de gatos.

Como tratar

O tratamento é feito com antibióticos como Amoxixilina, Cefitriaxona, Clindamicina, que eliminam as bactérias. Os gânglios linfáticos inchados e com líquido podem ser drenados com agulhas, para que a dor seja aliviada.
Nos casos mais graves, quando a febre pemanece e quando surge um caroço num gânglio linfático próximo do local do arranhão, pode ser necessário fazer uma cirurgia para retirar o caroço que se forma, sendo realizada também uma biópsia para que seja detectada as alterações presentes. Após a cirurgia pode ser preciso colocar um dreno para eliminar as secreções que podem continuar saindo por mais alguns dias.
A maioria das pessoas que sofrem a doença da arranhadura do gato se recuperam em poucas semanas após o início do tratamento.
É preciso um monitoramento mais rígido com pacientes portadores do vírus HIV, que podem apresentar a doença da arranhadura do gato de forma mais grave, devido a deficiência no sistema imunológico. Por isso, pode ser necessário que estas fiquem internadas para tratar a doença.

domingo, 11 de setembro de 2016

O que comprar para a chegada do filhote de gato

Chegando com o novo gatinho em casa – Junto com os primeiros carinhos é muito importante preparar sua casa para receber seu novo morador felino. Por isso será necessário observar algumas necessidades básicas do seu gatinho. Vejamos quais são”os acessórios indispensáveis” de um gato e também algumas dicas úteis para recebê-lo da melhor maneira em seu novo lar.

Como preparar o enxoval para a chegada de um gato?

O que comprar para a chegada do filhote de gato? - Se você chegou neste artigo, suponho que a decisão de ter um gato já foi tomada e você já não está mais simplesmente planejando acolher um gato em sua vida, mas sim, preparando-se para levá-lo para sua casa.

A primeira pergunta que você precisa se fazer é se você tem certeza de ter tudo o que é necessário para os primeiros dias. Em outras palavras, você preparou o enxoval com o “indispensável” para um gato?
Junto com os primeiros mimos e o entusiasmo de toda a família, o seu gato terá que encontrar na casa, alguns itens indispensáveis para recebê-lo.

Algumas dicas úteis para receber um gato em casa da melhor maneira

O que não deve faltar em casa para a chegada de um gato:
O que comprar para a chegada do filhote de gato? - Os gatos dormem em média, 16 horas por dia. Os filhotes de gato dormem ainda mais. Em qualquer um dos casos, nossos amigos felinos, de todas as idades gostam de dormir em locais tranquilos e acolhedores. O lugar onde você escolher, se tornará um espaço de refugio, um lugar que será para o gatinho um cantinho só dele onde ele se sentirá seguro e protegido.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – Caminha do gato
Para a caminha de seu gato procure utilizar uma cestinha, que pode ser de plástico, tecido lavável ou vime, que seja acolchoada ou que tenha um travesseiro dentro. Gatinhos adoram dormir em locais fofinhos e depois dos 3-4 meses, geralmente preferem dormir em locais mais altos (minhas gatas dormem em um local alto forrado e acolchoado com um travesseiro), apenas para que este cantinho se torne um espaço de tranquilidade e transmita para seu gato um sentimento adequado de proteção. Você pode escolher locais como embaixo da escada, alguns gatos preferem armários etc.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – Potinhos para água e comida
Pode parecer óbvio mais você vai precisar comprar dois pratinhos, um para alimentos, que deverá ser higienizado a cada reposição de comida, e um para a água, para deixar sempre disponível com água limpa e fresca. Falo bastante aqui  sobre a importância de trocar a água dos gatos constantemente. Diferente de outros pets, os gatos são bastante exigentes em relação a água potável e limpa. Procure portanto, limpar a tigela e trocar a água frequentemente, oferecendo água fresca com a melhor qualidade possível, de preferência filtrada. Também é importante oferecer a água geladinha em dias de muito calor. Os materiais mais indicados e que podem ser lavados facilmente, são de inox, vidro ou cerâmica que ao contrário do plástico, não retém cheiros e gostos.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – A caixa de areia do gato
A caixa de areia, é um dos itens mais importantes para comprar na hora da chegada do gato, que deverá estar cheia de areia, ou outros produtos utilizados para a higiene dos gatos, você também pode optar por alguma areia que exale um aroma perfumado.  A caixa de areia do gato deve ficar a uma certa distância das tigelas de água e comida. Nem todos os gatos chegam em casa sabendo usar a caixa de areia para as suas necessidades, especialmente se ele for um gatinho filhote, neste caso, você terá que ensiná-lo desde o início, mas é essencial ter a caixa de areia em casa antes da chegada do gato. Se você comprou seu gatinho em um gatil, provavelmente ele saberá usar a caixa de areia sem grandes problemas, no entanto, se você adotou um gatinho, isso é menos previsível.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – Arranhador de unhas
Um arranhador para gatos, pode parecer dispensável a primeira vista, mas asseguro que um local para afiar as garrinhas é muito importante! Pode ser penas um pequeno postinho feito em casa mesmo com uma corda bem presa e uma base firme, um capacho ou comprar um brinquedo para gatos no pet shop, mas é essencial, para que ele possa afiar as unhas sem estragar seus móveis.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – Caixa de transporte
Considere comprar um caixa transporte de plástico, vime, madeira ou metal, grande o suficiente para permitir que o gato mude de posição e forte o suficiente para protegê-lo de traumas. Muitos gatos adoram caixas transporte, porque elas fazem com que os gatinhos se sintam mais protegidos, a caixa transporte também torna a viagem mais segura, tanto para ele quanto para você. Lembre-se, também, que a caixa transporte deve ser o único meio pelo qual seu gato tenha permissão de andar de carro, tanto para sair de férias quanto para ir ao veterinário. Para que seu gato esteja familiarizado com a caixa transporte, é importante mantê-la aberta e próxima ao gatinho desde o primeiro dia em casa. Não guarde a caixa transporte de seu gato em algum lugar escondido quando chegar em casa, é importante permitir que ele explore e se familiarize com ela, sentindo confiança e segurança para ser transportado sempre que necessário.
O que comprar para a chegada do filhote de gato? – Ração
Se seu gatinho for filhote, é importante comprar uma ração específica para a idade dele. Existem várias marcas de ração especializadas para gatos e elas também estão segmentadas de acordo com a qualidade do produto, que varia entre o produto de linha mais econômica e o produto de linha premium e super premium. Analise o custo benefício de cada marca com carinho, se possível, ofereça as rações de linhas premium e super premium pois certamente oferecem uma nutrição de maior qualidade. Uma das coisas mais importantes é nunca oferecer alimentos para cachorros para seu gato, veja o motivo clicando aqui. Se você comprou seu filhote em um gatil, provavelmente eles indicarão uma marca específica e em geral é prudente manter a mesma ração, a não ser que seja uma marca de linha muito standard. Em linhas gerais não é indicado oferecer ração úmida para seu gato, principalmente para os filhotes. Quando você oferece um alimento úmido para seu gato, as chances de que ele não quaira mais alimentar-se de ração seca são grandes.
Boa sorte com seu novo gatinho!

Como aparar as unhas dos gatos

Gatos adoram arranhar e utilizam suas garras afiadas o tempo todo. Na natureza, os gatos utilizam suas garras para demarcar território, se defender, se movimentar e escalar. De fato, eles precisam arranhar para remover a camada gasta e superficial das garras, expondo assim as novas. Mas o que fazer se as garras do gato estiverem machucando todo mundo e causando prejuízo aos móveis da sua casa?

O que muita gente não sabe é que as unhas dos gatos podem ser aparadas regularmente, dependendo do nível de atividade e da maneira com que o gato desgasta-as naturalmente. Alguns proprietários cortam as unhas de seus gatos a cada 30 ou 40 dias, outros preferem cortar a cada 10 ou 15 dias, ou até mesmo semanalmente.


Como aparar as unhas dos gatos – preparação
O primeiro passo (e talvez o mais importante) para aprender a aparar as unhas dos gatos é fazer com que eles estejam se sentindo totalmente confortáveis em relação ao manuseio de suas patas. Se o gato estiver muito agitado, demonstrando desconforto ou irritação quando você toca e segura as suas patas, será necessário um trabalho de paciência para que ele possa se acostumar aos poucos.
Primeiramente, procure segurar e acariciar as patas do seu gato sempre que possível e em todas as situações de rotina. Quando ele estiver no seu colo tirando um cochilo, ou ao seu lado, aproveite o momento para tocar, segurar e acariciar as patas, até que ele se acostume. Mesmo assim, há gatos que não gostam de cortar as unhas, e nesses casos pode ser recomendável aparar uma ou duas unhas de cada vez para não estressar o animal. Se você conseguir fazer isso quando ele estiver cochilando, melhor ainda. Quanto mais acostumado a esta situação ele estiver, maior a chance dele permanecer calmo o tempo todo.

Siga os passos descritos abaixo para aprender a aparar as unhas dos gatos de maneira que não cause desconforto nem dor ao seu bichano. Se o seu gato aceita bem que você mexa nas patas dele, deixe-o confortável no seu colo, de costas para você, e segure a pata em sua mão, com os dedos em baixo e o polegar em cima. Aplique uma pressão gentilmente em um dos dedos para que a unha fique exposta e mais visível. Note que a parte mais grossa da unha, a que fica mais perto do dedo, é cor de rosa. Nessa região contém sangue e nervos e não devem ser cortadas. Se, ao cortar as unhas do seu gato, você atingir essa região acidentalmente, haverá sangramento e será necessário estancar o mais rapidamente possível utilizando produtos adequados que podem ser encontrados em pet-shops, permanganato de potássio, ou em último caso a farinha comum de cozinha. O sangramento deve cessar em cerca de 5 minutos.
Para aprender a aparar as unhas dos gatos corretamente é preciso entender que há diversos tipos de cortadores de unhas disponíveis, aqui em casa eu uso um trim comum  mas é possível se adquirir um clipper apropriado nas lojas especializadas. Independente do tipo do cortador, procure fazer com que ele esteja acostumado ao barulho do cortador para não assustá-lo. Corte apenas a ponta da unha, mantendo uma boa distância da parte sensível, onde estão localizados os nervos e vasos sanguíneos.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Como evitar o tédio do seu gato

entreter gato casa

Existem muitas evidências de que os gatos que passam suas vidas inteiras dentro de casa vivem muito mais tempo do que os que vivem apenas ao ar livre. Mas manter um gato que fica dentro de casa feliz, assim como saudável significa fornecer mais do que apenas uma boa nutrição e cuidados veterinários regulares – você também deve enriquecer o meio ambiente do seu gatinho. Estimular comportamentos naturais do gato com a caça e brincadeiras de procurar alimento pode fazer maravilhas para o bem-estar do seu companheiro.
 
Com um pouco de criatividade, você pode manter seu gato estimulado e interessado, mesmo em um pequeno apartamento e com um orçamento limitado. E a boa notícia é que as pesquisas tem mostrado que os brinquedos que são removidos e, em seguida, devolvido depois de várias semanas recupera grande parte da novidade; estenda o seu orçamento alternando os brinquedos do seu gato regularmente. Comece a trabalhar com algumas dessas atividades felinas, mas comece devagar e certifique-se de obter uma aprovação do veterinário do seu gatinho.
 
Maneiras de entreter seu gato em casa

 
entreter gato casa
A diversão de procurar alimentos
Separe a ração de cada dia em pequenas porções. Coloque as pistas ao redor da casa e, em seguida, jogue alguns pequenos mimos em direções aleatórias. Isso não só incentivará a procura ativa, como também manterá seu gatinho ocupado ao invés de receber seu alimento muito rapidamente.
 
Agradáveis quebra-cabeças
Atire alguns mimos em uma garrafa quadrada Rubbermaid® e deixe-a no chão com a tampa aberta como um ótimo quebra-cabeças para principiantes.
 
Qualquer recipiente de plástico com uma tampa fixa pode tornar-se um quebra-cabeça pendurado. Basta cortar duas ou três aberturas ao redor da borda inferior do recipiente e colocar alguns mimos no centro. Amarre um cordão na tampa e pendure este quebra-cabeça na maçaneta. Quando seu gato enjoar, você pode estimular o exercício levantando-o mais.
 
Pesquisando aromas
Use meias velhas como iscas lavável. Basta marcar a meia com um pouco de perfume, loção hidratante, extrato de baunilha ou mesmo manteiga de amendoim ou colocar uma pitada de especiarias aromáticas dentro e, em seguida, esfregá-la sobre a ração para pegar o cheiro. Espalhe as meias por toda a casa e o seu gato ficará à espreita por horas, encantado com a variedade de fragrâncias. Se você está pressionada pelo tempo, basta marcar uma trilha de aroma com um pouco de queijo e, em seguida, esconder o queijo no final da trilha.
 
Observação de pássaros
Coloque um alimentador de pássaros com ventosas fora da janela favorita do seu gato. Pássaros com fome irão proporcionar horas de entretenimento. Não coloque o alimentador muito próximo ao chão, pois deixa as aves vulneráveis a ataques de inimigos, e não se esqueça de manter a janela fechada – gatos animados podem empurrar as telas.
 
Armadilha de rato
Deixe uma bola de pingue-pongue na banheira e veja como seu gato brinca com ela.
 
Caixa artesanal
Use caixas de papelão como cama, cavernas, túneis e labirintos.
 
Faça uma “caixa brinquedo” fixando os pequenos brinquedos com cordas e suspendendo-os no teto de uma caixa grande. Corte janelas de diferentes alturas na caixa.
 
Adicione um “puxão de tigre”, uma versão miniatura de um jogo popular entre tigres e chimpanzés. Coloque em ambas extremidades da caixa uma corda ou barbante através de pequenos buracos. Amarre um brinquedo ou um nó de cada lado. Quando o gato puxar de um lado, a outra extremidade misteriosamente aparece. Para vários gatos na famílias, coloque as extremidades em caixas separadas.
 



Gatos com alergia alimentar e intolerância

gato alergia alimentar intolerancia alimentos
As alergias alimentares são responsáveis ​​por cerca de 10% de todas as alergias vista em cães e gatos. É a terceira causa mais comum após as alergias à picada da pulga e atopia (alergias inalantes). As alergias alimentares são responsáveis ​​por 57% das causas de coceira em gatos.

O processo completo de um animal sendo sensibilizado para um agente particular em alimentos e a resposta complicada dos anticorpos que ocorre no trato intestinal em animais de estimação com alergias alimentares não são muito bem compreendidos. Apesar de nossa falta de compreensão atual do processo da doença, há muitas coisas que nós sabemos incluindo os sintomas, como diagnosticar alergias alimentares e também como tratá-las.

Os gatos desenvolvem alergias aqueles alimentos que são mais frequentemente alimentados.

As alergias alimentares afetam ambos os gatos e cães. Ao contrário de atopia, não há nenhuma ligação forte entre raças específicas e alergias alimentares. As alergias alimentares afetam ambos machos e fêmeas e animais castrados e não da mesma forma. Elas podem aparecer com apenas cinco meses, e até com 12 anos de idade, embora a grande maioria dos casos ocorre entre 2 e 6 anos. Muitos animais com alergias alimentares também têm concomitante alergias inalantes ou de contato.

Qual a diferença entre alergia alimentar e intolerância?


Existe uma distinção que tem de ser feita entre alergias e intolerâncias alimentares. As alergias alimentares são verdadeiras alergias e mostram os sintomas característicos de problemas de pele e coceira associados com alergias de felinos e caninos. As intolerâncias alimentares pode resultar em diarreia ou vômito e não criar uma resposta alérgica típica. As intolerâncias alimentares em animais de estimação seriam semelhante a pessoas que têm diarreia ou uma dor de estômago por comer alimentos picantes ou fritos. Felizmente, tanto a intolerância alimentar quanto a alergia podem ser eliminadas com uma dieta livre de agentes irritantes.

Causas da alergia alimentar e intolerância


Vários estudos têm mostrado que alguns componentes são mais propensos a causarem alergias alimentares do que outros. Em gatos, os agressores mais comuns são carne bovina, cordeiro, frutos do mar, milho, soja, produtos lácteos e glúten do trigo. Como você deve ter notado, os agressores mais comuns são os ingredientes mais comuns em alimentos de ambos cães e gatos. Esta correlação não é uma coincidência. Embora algumas proteínas possam ser ligeiramente mais antigênica do que outros, muitas proteínas que são semelhantes na forma e na incidência das reações alérgicas estão, provavelmente, relacionadas com a quantidade de exposição.

Sintomas da alergia alimentar


Os sintomas das alergias alimentares são semelhantes aos da maior parte das outras alergias vistas em gatos. O principal sintoma é a coceira na pele. Os sintomas também podem incluir a perda de pelo, coceira e dermatite miliar.

É difícil distinguir um animal que sofre de alergia alimentar de um animal que sofre de atopia ou outras alergias com base em sinais físicos. No entanto, existem algumas sinais que aumentam a suspeita de que as alergias alimentares possam estar presentes. Se um gato sofre de alergias durante o ano todo ou se os sintomas começam no inverno, eu suspeito de uma alergia alimentar.Com alergias alimentares, os gatos podem desenvolver muita coceira na pele que não responde ao tratamento com esteroides.

Como alimentar um gato para evitar alergias e intolerância


Apenas a dieta recomendada deve ser dada.

NÃO dê:
  • Petiscos
  • Couro
  • Orelhas de porco
  • Cascos de vaca
  • Medicamentos com sabor (incluindo preventivos da dirofilariose) ou suplementos
  • Pasta de dente com sabor
  • Brinquedos de plástico com sabor
  • Qualquer tipo de alimento ao dar medicamentosSe possível, alimente o outro animal com a mesma dieta do paciente. Se não, alimente os outros animais de estimação em um local totalmente diferente do que o do paciente, e não permita o acesso do paciente a esse alimento.Mantenha o seu animal de estimação fora da sala na hora das refeições. Mesmo algumas pequenas quantidades de alimentos que caem no chão ou são lambidos do prato podem anular um julgamento de eliminação e exigem que você comece de novo. Lave as mãos e os rostos de todas as crianças depois de terem comido.Mantenha um diário em que você possa gravar a data e todos os alimentos, guloseimas, etc. que seu animal de estimação pode ter acidentalmente comido.
  • Um julgamento de alimentos consiste em alimentar um gato com uma fonte nova de alimento com proteínas e carboidratos por 12 semanas.
  • Não permita que seu animal de estimação saia para passear fora de casa. Mantenha os gatos na coleira quando estiver fora.
  • Mantenha uma caixa de areia separada para o paciente.
  • Se você quiser dar um petisco, use a dieta recomendada (Dica: dietas enlatadas podem ser congeladas em pedaços ou cozida, e estes podem ser usados ​​como guloseimas).

gato alergia alimentar intolerancia alimentosOs veterinários costumava recomendar que um animal de estimação só precisa ser colocado em uma dieta especial por 3 semanas, mas novos estudos mostram que, em cães, apenas 26% com alergias alimentares responderam no 21º dia. No entanto, a grande maioria dos animais responderam depois de 12 semanas. O mesmo pode ser verdade em gatos, por conseguinte, é muito importante manter o gato na dieta durante 12 semanas. Se o gato mostra uma redução ou eliminação dos sintomas descritos, então o animal é colocado de volta na dieta original. Isso é chamado de “teste provocativo’ e é essencial para confirmar o diagnóstico. Se os sintomas retornam depois de voltar com a dieta original, o diagnóstico de uma alergia alimentar é confirmado. Se não houve nenhuma mudança nos sintomas, mas uma alergia alimentar ainda é uma forte suspeita, depois de outro julgamento de comida usando uma nova fonte de alimento diferente deve ser testado.

Diagnóstico da alergia alimentar e intolerância a alimentos


O diagnóstico para alergias alimentares é muito simples. Mas, devido ao fato de que muitos outros problemas podem causar sintomas semelhantes e que muitas vezes os animais estão sofrendo com mais problemas do que apenas a alergias alimentares, é muito importante que todos os outros problemas sejam devidamente identificados e tratados antes de passar para o diagnóstico de alergias alimentares. A atopia, alergias à picada da pulga, hipersensibilidade a parasitas intestinais, sarna notoédrica, infecções fúngicas ou bacterianas ou seborreia podem causar sintomas semelhantes como os das alergias alimentares. Uma vez que todas as outras causas foram descartadas ou tratadas, então é hora de realizar um julgamento dos alimentos.

Julgamento dos alimentos e dietas de eliminação: um julgamentos de alimentos consiste em alimentar um gato com uma fonte nova de alimento com proteínas e carboidratos durante 12 semanas. Uma fonte nova de alimento seria uma proteína e um carboidrato que o animal nunca tinha comido antes. Exemplos incluem pato e batata, ou carne de veado e batata. Há bastante dietas comerciais assim disponíveis no mercado. Além disso, existem dietas especializadas que têm as proteínas e carboidratos divididos em tamanhos moleculares pequenos que já não desencadearia uma reação alérgica. Estes são denominados ‘antígeno limitado’ ou dietas da ‘proteína hidrolisada’. Dietas caseiras são frequentemente utilizadas, já que os ingredientes podem ser cuidadosamente restrito. Independentemente da dieta utilizada, deve ser a única coisa que o animal come por 12 semanas. Isto significa nada de petiscos, nenhum medicamento com sabor, absolutamente nada além da comida especial e água. Além disso, o gato não devem ser autorizados a sair de casa, o que pode fazer com que ele tenha acesso à comida ou lixo.

Teste sanguíneo: não há evidências de que os testes sanguíneos sejam precisos para o diagnóstico de alergias alimentares. Dermatologistas veterinários insistem que não há mérito nestes testes para o diagnóstico de alergias alimentares. A única maneira de diagnosticar com precisão as alergias alimentares é com um teste de alimentos, conforme detalhado acima. Enquanto o teste intradérmico é excelente para o diagnóstico da atopia (alergias inalantes) é ineficaz para alergias alimentares. Embora os testes sanguíneos especializados possam ser usados para ajudar no diagnóstico da atopia, eles não têm qualquer vantagem sobre o diagnóstico de alergias alimentares. Em nossa revisão de todos os livros e artigos sobre dermatologia veterinária e alergias atuais, não conseguimos encontrar um único dermatologista que aprovou outra coisa senão o julgamento de alimentos como auxiliar para um diagnóstico eficaz. Se você quer diagnosticar e tratar as alergias alimentares deve fazer um teste de alimentos.

Tratamento de alergias alimentares e intolerância a alimentos


O tratamento para a alergia alimentar é evitar. Uma vez que os ingredientes ofensivos foram identificados através de um julgamento de alimentos, então, eles são eliminados da dieta. Alívio de curto prazo pode ser obtido com os ácidos graxos, anti-histamínicos e corticosteroides, mas a eliminação dos produtos da dieta é a solução a longo prazo. O dono do animal tem duas opções. Ele pode optar por alimentar o animal com uma dieta preparada comercialmente ou uma dieta caseira.

Se o proprietário optar por alimentar com a dieta caseira, então ele pode desafiar o animal de estimação periodicamente com novos ingredientes e determinar quais os ingredientes estão causando a alergia alimentar. Por exemplo, se os sintomas do animal diminuíram com uma dieta de coelho e batatas, então, o proprietário pode adicionar frango à dieta durante duas semanas. Se o animal não apresentaram sintomas, então ele pode adicionar carne por duas semanas. Se o animal começou a apresentar sintomas, então pode-se assumir que a carne bovina foi uma das coisas que o animal era alérgico. A carne pode ser retirada e depois que os sintomas melhoram, um ingrediente diferente pode ser adicionado e assim por diante, até que todos os ingredientes ofensivos sejam identificados. Uma dieta pode então ser formulada que esteja livre das fontes do alimento agressor.

Se forem utilizadas dietas caseiras, é essencial que elas sejam equilibradas, com a quantidade correta de ingredientes, vitaminas e minerais. Dieta caseira para tal uso a longo prazo deve ser desenvolvida por uma nutricionista veterinária.

Esteja ciente de que alguns animais de estimação com alergias alimentares podem desenvolver alergia a novos alimentos se são alimentados com eles por muito tempo. Se você vê sinais de alergias alimentares voltando, consulte seu veterinário.


Referências:
Griffin, CE. Skin immune system and allergic diseases. In: Scott, DW; Miller, WH; Griffin, CE (eds). Muller and Kirk’s Small Animal Dermatology. WB Saunders, Philadelphia PA, 2001.


Fonte: Gatos com alergia alimentar e intolerância | Tudo Sobre Gatos http://tudosobregatos.com.br/gatos-com-alergia-alimentar-e-intolerancia/#ixzz4E8z4xDD0 
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Gatos e pessoas idosas


gatos e idosos

Animais de estimação podem desempenhar um papel especial na vida dos idosos que vivem em instituições e em casa. Para os idosos que vivem em casa com animais de estimação, há várias questões que podem ser úteis para se discutir.

Como as pessoas idosas costumam ter menos mobilidade e independências, existem alguns fatores adicionais para garantir o bem-estar tanto do idoso quanto do gato ou outro animal de estimação.
Planos de contingência
 
Todos os donos de animais, sejam idosos, pessoas que vivem sozinhas, ou aqueles em famílias devem desenvolver planos de contingência para o atendimento de seus animais de estimação. Você deve ter um cartão com você, em seu veículo, e na porta da geladeira que tenha os nomes de seus animais de estimação, suas descrições, onde eles estão (incluindo esconderijos favoritos), todos os medicamentos que tomam, o nome do seu veterinário, e quem contactar em relação a eles. Essa pessoa de contato deve conhecer o seu veterinário, e saber onde você guarda os medicamentos do seu animal de estimação e fichas médicas arquivadas.

Muitas pessoas têm provisões com elas ou anexos à sua vontade de fornecer as necessidades financeiras e de cuidados de seus animais de estimação. Um advogado pode ajudá-lo a escrever este documento. Ao fazê-lo, pense sobre os aspectos financeiros do cuidado com animai; quem você gostaria que tivesse seu animal de estimação(s); se você tem vários animais de estimação, existe alguém que possa cuidar de todos eles; e se você tem um animal de estimação mais velho ou doente, existem disposições especiais que você pode fazer.
Também é útil ter alguém disponível que possa vir e fazer as tarefas mais difíceis, se você não conseguir, como passear com o cão ou limpar a caixa de areia. Vizinhos, escoteiros, membros da igreja, e os amigos podem estar mais do que dispostos a ajudar.
Também é importante continuar a socialização do seu animal de estimação. Seu animal deve estar confortável ao redor de outras pessoas, e permitir outras pessoas em casa, se houver necessidade.
gatos e idosos


Transporte
Transporte pode ser um obstáculo quando se tem um animal de estimação. Você vai precisar fazer viagens para o veterinário, para a loja para comprar alimentos para os animais, e talvez para um tosador. Se você não dirige, alguém do seu bairro pode ajudar. Alguns veterinários fazem atendimento em casa, essa é outra possibilidade.
Uma boa comunicação com seu veterinário
Uma boa comunicação entre você e seu veterinário e outras pessoas que possam cuidar de seus animais de estimação é essencial. Fornecer o seu veterinário informações sobre quem vai cuidar de seus animais de estimação se você ficar doente ou incapacitado, quem tomará as decisões sobre seus animais de estimação, e também discutir quaisquer acordos financeiros. Se você ficar doente, não se preocupar com esses detalhes irá ajudá-lo a se concentrar em sua recuperação.
Certifique-se de entender qualquer condição médica que seu animal possa ter. Faça as suas perguntas veterinário para que você possa entender o que está acontecendo. Se você não entender da primeira vez, pergunte novamente, não sorria apenas e acene educadamente como muitos de nós fazemos quando falamos com nosso mecânico de automóvel. Às vezes, como profissionais de saúde, tendemos a usar jargões técnicos, ou não explicar as coisas completamente.
 
Peça quaisquer instruções sobre como cuidar de seu animal de estimação ou indicações para medicamentos por escrito de uma forma que você possa ler e entender. Também pode ser útil ter um amigo presente, que será responsável pelo seu animal de estimação durante o exame do seu animal. Assim, ambos terão a certeza do que está acontecendo.

 Medicamentos

Se o seu veterinário diz que seu animal de estimação precisa de medicamentos, informe seu veterinário se você acha que é mais fácil dar pílulas ou líquidos.

Se for pílulas, você pode solicitar que uma tampa normal seja colocada no frasco, ao invés daquelas tampas “à prova de crianças”, que muitos de nós achamos ser “resistentes aos humano”.
Mantenha o medicamento separado do seu animal de estimação. Use um código de cores – fita colorida ou adesivos podem funcionar bem. Código de cor de garrafa, não de tampas, pois você pode acabar colocando uma tampa no frasco errado.
É importante que a medicação seja dada ao seu animal de estimação como foi prescrita. Peça que o veterinário ou sua equipe lhe mostre como dar a medicação. Novamente, se você tiver dificuldade, peça para alguém ajudá-lo. Os funcionários da clínica veterinária podem lhe dar sugestões.
Cuidados com os animais
Há novos fornecedores de animais disponíveis que podem ajudá-lo a cuidar de seu animal. Se seu cão tende a puxar a coleira, coleiras do tipo focinheira pode ser muito útil para quebrar esse hábito.
Se tiver dificuldade em se movimentar e/ou têm deficiência visual, você pode estar preocupado com cair ou tropeçar em seu animal de estimação. Coleiras brilhantes com um sino sobre elas poderiam ajudar a saber onde o seu animal está.
Comedouros e bebedouros elevados estão disponíveis para que você não precise ​​abaixar até o chão.
Não existe uma regra que diz que caixas de areia devem ser no chão. Se o seu gato pode saltar, coloque a caixa de areia em um suporte estável ou mesa que seu gato pode facilmente chegar.
Escovas e pentes com alças maiores estão disponíveis. Estes podem ser especialmente úteis para pessoas com artrite.
 
Resumo

Animais de estimação podem desempenhar um papel extremamente importante na vida dos idosos. Ao pensar no futuro e fazer acomodações necessárias, os idosos podem cuidar de seus animais de estimação muito mais fácil.

 Fonte: Gatos e pessoas idosas | Tudo Sobre Gatos http://tudosobregatos.com.br/gatos-e-pessoas-idosas/#ixzz4E8xWXo2I