domingo, 28 de fevereiro de 2016

Por que o gato me arranha ou morde do nada quando estou fazendo carinho nele?

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É um enigma, com certeza. Uma hora seu gatinho amado está todo satisfeito com você fazendo carinho onde ele mais ama, e logo em seguida, quando você menos espera, lá estão os arranhões no seu braço ou as marcas de dente.
Você não está sozinho. Muitos tutores de gatos chamam esse comportamento comum de “Mordida de amor”, mas especialistas em comportamento felino têm dado um nome mais formal: Agressão induzida por Carinho, e é um tema pouco conhecido.
Normalmente, um gato amigável procura atenção humana, nesses casos, para suprir uma necessidade de atenção por não receber atenção por um determinado tempo. Tutores descrevem estes gatos como se mudassem de “amigáveis” para “ferais” como se um interruptor de luz fosse ligado.
Algumas possibilidades têm sido propostas para explicar por que os gatos podem fazer isso:
1- Pode ser uma manifestação da chamada Agressão induzida por Carinho, em que os gatos procuram controlar uma situação e mostrar quem está no controle.
2- Pode haver algum estímulo negativo significativo associado a ser acariciado em uma certa região que afeta estes gatos em particular.
3- Estes gatos podem ser especialmente sutis em deixar os seres humanos saberem quando está infeliz, de modo que sua mudança de atitude parece mais brusca do que ela realmente é.
Seja qual for a causa, a boa notícia é que este comportamento não significa necessariamente que você não pode interagir com o seu gato. Observe-o e tente encontrar seu limite, assim, talvez você consiga saber o ponto exato onde precisa parar antes de levar uma mordida :)

Infográfico mostra onde os gatos mais gostam de receber carinho.

Infográfico mostra onde os gatos mais gostam

 de receber carinho.

carinho


Os gatos são criaturas misteriosas, e todo catlover sabe que quando se trata de carícias, cada gato parece ter preferências muito específicas – e não fazê-lo direito pode ter algumas consequências desagradáveis.O ser humano, o animal mais curioso, decidiu investigar onde os gatos geralmente preferem receber carinho.
Sarah Ellis, uma especialista em comportamento felino e seus colegas na Universidade de Lincoln, no Reino Unido estavam determinados a chegar a uma conclusão sobre o assunto. Então, eles se uniram para aprofundar os estudos para ajudar os donos de gatos a entender melhor seus bichanos.
Acontece que essa é uma resposta muito variável, já que assim como seres humanos, cada gato é um gato. Cada caso é um caso. Então, enquanto alguns preferem carinhos na área da cabeça, outros adoram na barriga.
De qualquer forma, eles criaram um infográfico mostrando um pouco da preferência da maioria.
Será que sue gato concorda?

Introduzindo um novo gato na casa


Introduzindo um novo gato na casa

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 PASSO 1: O SANTUÁRIO DO NOVO GATO

Para o novo morador, essa mudança repentina de rotina é muito estressante. Por isso, ele vai precisar, primeiro, se habituar com o novo ambiente, para então poder relaxar. Separe, na sua casa, um cômodo especial para o recém-chegado, que vai ficar sempre de portas fechadas, longe de todos os outros moradore. Nele, coloque tudo o que um gato precisa: comida, potes de água, caixa de areia, arranhadores, brinquedos, lugares para subir, e cantos para se esconder. Ali, ele vai ficar até se sentir confortável o suficiente para ir e vir, sem se amedrontar. Procure observar muito o comportamento dele.
Um gato relaxado, é um gato que caminha naturalmente, com o corpo erguido, cauda erguida e orelhas erguidas. Não anda rente ao chão, com a cauda abaixada, e movimentos rápidos e curtos. Geralmente, gatos que são adultos e passaram mais tempo em um abrigo, costumam ser mais cautelosos em um novo ambiente. Disponibilize muitos lugares para que ele possa se esconder e relaxar, aja com delicadeza perto dele, e procure sempre tratá-lo com muito carinho. Ele precisa se sentir seguro ali.
Os gatos moradores da casa estão proibidos de frequentar esse santuário. Mesmo que antes estivessem acostumados a isso, por enquanto vão ter que ficar de fora.

cat relaxed

Todos os gatos da casa já sabem que há um outro gato diferente no ambiente. Eles percebem isso pelo olfato, e podem ficar mais inquietos durante o período de adaptação. Lembre-se, sempre, de tratar todos eles com muito carinho, para que entendam que essa novidade não veio para o mal. Se eles ficarem na porta do quarto, rosnando, miando, ou bufando (o famoso “fu”), nunca dê broncas. Procure distraí-los, tirá-los dali. Brinque com eles até acalmá-los. Eles também precisam relaxar.

 PASSO 2: REFEIÇÕES = TREINAMENTO!

Tanto o novo gato, quanto os antigos moradores da casa, precisam entender que essa mudança toda não é uma coisa ruim. Precisamos dar uma razão para os gatos gostarem um do outro! Ração e petiscos são excelentes formas de recompensa, são essenciais para um bom adestramento, além de serem os favoritos de todos os gatos, certo? Então vão ser a nossa arma principal nessa adaptação. 

A ideia aqui, é fornecer refeições para todos os gatos, ao mesmo tempo, em lados opostos da porta do quarto santuário. A distância entre as tigelas vai ser definida pela permissividade dos gatos. Ou seja, se você aproximar muito as tigelas, e um dos gatos não estiver confortável o suficiente para se alimentar àquela distância de um animal que ele não conhece direito, afaste-os. Gradualmente, vá aproximando as tigelas, até que fiquem coladas à porta, uma de cada lado. Lembre-se: a porta sempre fechada!

cat closed door

Você irá fazer várias sessões de alimentação conjunta ao dia. Prefira várias, que durem pouco, e que terminem bem – com os gatos relaxados, sem rosnar, e sem bufar. Reforce todas as vezes em que as sessões tiverem sucesso – faça carinho, brinque com eles. O que você vai oferecer como alimentação, depende de como é a rotina dos seus gatos: se eles têm comida à vontade, e sachê uma vez ao dia, por exemplo, fracione o sachê, e dê pequenas quantidades, várias vezes ao dia. Se você oferece refeições controladas, fracione mais ainda as porções, também. Ou então, diversifique: dê uma colher de sachê uma vez, um punhadinho de ração na outra, e simples petiscos que ele gosta em uma outra sessão. Apenas tome cuidado para não abusar, e dar petiscos ou ração demais. Nunca se esqueça da questão da obesidade!
A quantidade de sessões depende da sua rotina. Procure fazer quantas conseguir, mas não precisa tirar o seu dia todo para ficar em função disso, também. E a velocidade com que você vai aproximar as tigelas depende da reação dos seus gatos. Pode ser que dure um dia inteiro, como pode ser que dure uma semana inteira. Tenha paciência! O principal é evitar ultrapassar os limites dos gatos. Se eles ficarem estressados, podem partir para a agressão, e aí o processo todo deve voltar ao início. E sempre vá de acordo com o gato mais assustado. Mesmo que os outros todos estejam super tranquilos e relaxados, se mantenha nesse treinamento até que todos os moradores estejam confortáveis com a situação.

cat by the door

Quando você sentir que as sessões de alimentação em grupo estão tendo resultados positivos (o que pode significar apenas a ausência de qualquer reação), é hora de passar para o passo 3. Mantenha esse adestramento o tempo todo, só vá acrescentando os novos passos.

PASSO 3: HORA DE FAREJAR

É através do olfato que os gatos se conhecem. Quando eles se lambem, depositam feromônios nos pêlos, que são substâncias químicas cujo principal objetivo é a comunicação. Os animais liberam feromônios diferentes quando estão com medo, relaxados, felizes, e quando querem acasalar. Os feromônios depositados nos pêlos dos gatos, quando eles se lambem, é o que dá a identidade de cada um, e é através deles que eles se reconhecem.

Pensando nisso, podemos apresentar um gato ao outro de uma maneira mais facilmente controlável: esfregando uma toalha de pano e oferecendo ao outro para cheirar. Faça isso com o novo gato. Pegue uma tolha limpa, e esfregue muito gentilmente no seu pêlo, principalmente no rosto, que é onde eles liberam os feromônios da “calma”. Procure fazer isso em um momento que ele esteja totalmente relaxado, para que o cheiro transmita isso ao “cheirador”.
Coloque a toalha no ambiente dos outros gatos, e observe. Não saia esfregando no nariz de cada um, assim você só vai deixá-los com medo daquele odor. Deixe-a no chão, próxima a eles, e recompense toda vez que apresentarem um bom comportamento – desde simplesmente ignorar a toalha, a cheirar e sair calmamente de perto. Brinque com eles perto da toalha, alimente-os perto da toalha, acaricie-os perto da toalha. Inclusive, coloque a toalha embaixo dos potes de comida quando for fazer as sessões de alimentação em conjunto! Se seus gatos aceitarem, parabéns! Faça isso, também, com os gatos moradores da casa, e dê para o novo gato cheirar.

cat towel

Se algum dos seus gatos manifestar comportamentos não-amistosos, volte um passo, até que ele se acostume e se acalme. Só avance se todos estiverem confortáveis e receptivos!

PASSO 4: TROCA DE AMBIENTES

Depois que todos os gatos se acostumaram com os cheiros diferentes, e estiverem permitindo o avanço da adaptação, é hora de deixar o novo gato conhecer a casa. Coloque os antigos moradores em outro cômodo, e feche-os lá, momentâneamente. Abra a porta do quarto santuário, e permita que o novo morador explore a casa. Mantenha petiscos e brinquedos à mão para distraí-lo, se necessário.
Observe o comportamento dele, e deixe-o à vontade. Pode ser que ele nem queira sair do santuário. Permita que fique lá caso queira, mesmo assim, e procure repetir esse passo até que ele esteja receptivo ao novo ambiente. Faça essas sessões até que o novo morador esteja tão confortável com o resto da casa, quanto estava com o quarto santuário. Sempre recompense bons comportamentos. Se perceber que o gato está rosnando, bufando, ou com o pêlo arrepiado, volte-o ao santuário, e deixe-o relaxar. Vá aumentando o tempo da sessão gradativamente.
Você também pode colocar os antigos moradores no quarto santuário, sem o gato novo lá. Mas apenas se estiverem receptivos para tal, caso contrário, não há necessidade. Não force situações, não teste o limite de tolerância dos seus gatos.

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PASSO 5: A ESPIADINHA

Depois que o novo gato já está habituado com o ambiente, e os antigos moradores estão conformados com a nova presença, é hora de se verem pela primeira vez. Esse é um dos passos que requer mais cuidado e atenção, além de uma boa avaliação da linguagem corporal dos gatos.
A ideia é simples: abrir um pouco a porta do quarto santuário, e deixar que se olhem. Faça uma sessão de alimentação, porém com as tigelas mais afastadas da porta. Inicialmente, o tempo que poderão se olhar deverá ser pequeno. Procure fazer sessões curtas, mas que terminem positivamente, do que testar os limites dos seus gatos e acabar com uma briga difícil de separar. Aumente o tempo gradativamente, de acordo com a receptividade de todos os envolvidos.
Além de sessões de alimentação com a porta entreaberta, você pode pedir ajuda a alguém, e brincar com os gatos ao mesmo tempo, um de cada lado da porta. Ou então utilize uma varinha, e brinque com todos ao mesmo tempo. Sempre procurando interações positivas e prazerosas para todos.

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Procure identificar os comportamentos agressivos. É possível que, ao se olharem pela primeira vez, role um pequeno estresse. Um rosnado, uma bufada, ou um pêlo arrepiado (aquele rabo de espiga-de-milho, sabe?). Se isso acontecer, procure distrair os envolvidos. Jogue um brinquedo longe, ou um petisco. Quando estiverem relaxados de novo, reforce o comportamento: dê petiscos, brinque, acaricie. Mostre a eles que não há com que se preocupar. E nunca, em hipótese alguma, dê broncas ou grite com eles. Isso só vai aumentar a tensão e gerar medo.
Bufadas e rosnados são maneiras de comunicação. É um gato dizendo para o outro que “Se você chegar perto, a coisa pode ficar feia”. Eles só bufam e rosnam para evitar o confronto. Não é briga que eles querem, é apenas impôr o seu espaço. Portanto, numa situação dessas, procure manter-se calmo, e tente distraí-los. Caso não tenha sucesso, e você perceba que um dos gatos está ficando muito estressado, a ponto de sair correndo para atacar, feche a porta, e deixe-os relaxar. Lembre-se: é melhor sessões pequenas, mas com resultados positivos, do que testes de tolerância que não terminam bem. Se acontecer de rolar um estresse, mas logo depois eles se acalmam e voltam com o comportamento normal, ótimo.

gato ericado

Você pode, inclusive, deixá-los chegar bem perto para se cheirarem. Isso se eles mesmos quiserem, e a atitude partir deles. Caso isso aconteça, e o resultado seja positivo, recompense-os, e passe para a próxima etapa. De qualquer maneira, você pode seguir em frente caso eles simplesmente ignorem a presença do outro gato. A ideia é simplesmente não haver tensão, estresse e brigas. Se tudo estiver calmo, siga em frente.

PASSO 6: HORA DA APROXIMAÇÃO

Percebendo que todos os envolvidos estão tranquilos e receptivos, é hora de abrir a porta do quarto totalmente. Mantenha à mão, como sempre, petiscos e brinquedos para distraí-los.
Observe-os de perto, e nunca os deixem sozinhos nos primeiros momentos. E, acima de tudo, saiba diferenciar brincadeiras de agressões. Muitos donos têm dúvidas quanto a isso, pois os gatos brincam de lutinha. A brincadeira deles envolve perseguição, tapas, e mordidas no pescoço.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

GATOS Os Gatos de Ernest Hemingway

Os Gatos de Ernest Hemingway


Um gato tem honestidade emocional absoluta: os seres humanos, por uma razão ou outra, podem esconder os seus sentimentos, mas um gato não o faz.
– Ernest Hemingway
Gatos de Hemingway


Ernest Hemingway ficou eternizado pelas obras que escreveu e que lhe valeram o Prémio Nobel da Literatura em 1954, tornando-o num dos mais influentes autores norte americanos do século XX. Também ficou conhecido por diversas outras facetas, umas mais interessantes, outras menos.
Entre as mais interessantes, e também mais desconhecidas, encontra-se a sua paixão por gatos.
Gatos de Hemingway


Quando se encontrava a viver em Key West, na Florida, o escritor recebeu como oferta de um capitão de um navio, Stanley Dexter, uma gatinha de seis dedos – uma mutação genética chamada polidactilia que consiste num número anormal de dedos em cada pata, que podem ir até sete.
Os marinheiros apreciavam particularmente os gatos com polidactilia, pois dizia-se que traziam sorte aos navios, além de controlarem as pragas de roedores a bordo, uma tarefa que os gatos já desempenhavam há vários séculos.

Gatos de Hemingway


Esta felina com 6 dedos, da raça Maine Coon, foi baptizada com o nome Snowball (em português significa bola de neve). Em 1945, o escritor já tinha em sua casa 23 gatos, todos eles polidáctilos.

Gatos de Hemingway



Os gatos foram colocados no mundo para refutar o dogma de que todas as coisas foram criadas para servir o homem.
– Ernest Hemingway

Após o suicídio de Hemingway, em 1961, a sua casa na Florida foi transformada num museu para retratar a sua vida e obra – e entre aquilo que o museu preservou estavam os seus gatos.
Gatos de Hemingway
A sobrinha do escritor, Hilary Hemingway, juntamente com a autora Carlene Fredericka Brennen, escreveram a biografia «Hemingway’s Cats: An Illustrated Biography» (em português «Os Gatos de Hemingway: Uma Biografia Ilustrada») que relata os detalhes desta especial relação entre Hemingway e os gatos.
Mais algumas fotos do escritor com os seus felinos:

Gatos de Hemingway

Gatos de Hemingway

Os gatos que dão vida ao museu

Várias décadas e gerações de felinos depois, o museu de Ernest Hemingway é casa para cerca de 50 gatos polidáctilos, alguns dos quais se diz serem descendentes diretos da gatinhaSnowball. Todos estes gatos têm o gene da polidactilia, embora cerca de metade deles tenha o número de dedos normal.

A casa museu tem um veterinário residente que trata das vacinas, desparasitações e check-upsregulares à saúde dos felinos. Todos os gatos têm nome, provenientes de pessoas famosas (como Simone de Beauvoir e Pablo Picasso), tradição a que o próprio Hemingway deu início



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Inteligência felina

Inteligência felina


Os gatos conseguem comunicar-se de forma bastante eficaz, seja com humanos ou com outros seres de sua espécie. Estudos da inteligencia em gatos têm demonstrado que tais animais são dotados de um aparato cognitivo capaz de lhes propiciar diversas ações, que podem ser compreendidas como sinais de inteligência. O cérebro destes animais apresenta estruturas complexas que possibilita-lhes desenvolver uma espécie de linguagem, comunicando-se por meio de miados, ronronares, bufos, gritos e linguagens corporais.


O cérebro dos gatos possui estrutura complexa, tendo, em média, 5 centímetros de diâmetro e 30 gramas de massa.


A avançada estrutura do cérebro faz com que esses felinos sejam frequentemente utilizados como animais experimentais, tendo em vista que esse órgão apresenta estrutura muito similar àquela observada no cérebro humano. Pesquisas indicam que, tanto no homem quanto no gato, o mesmo setor cerebral é o responsável pela existência de diferentes emoções .
Miado ou Mia
Miado ou miau[ é o nome dado ao som emitido por alguns felinos com o intuito de se comunicarem. Apesar de tais sons serem notadamente mais comuns nos gatos domésticos, algumas espécies selvagens  também podem miar.
Gatos domésticos miam, sobretudo, para chamar a atenção dos humanos

O miado é o som típico que caracteriza o gato. É transcrito onomatopeicamente  como "miau" em português  (em diversas outras línguas apresenta grafia semelhante, como "meow", "miaow", "maw", etc.)
Diferentemente do ronronar, o miado possui um som mais agudo e audível a uma grande distância. A pronúncia desta chamada varia significativamente, dependendo de seu propósito. Usualmente, o gato vocaliza indicando sofrimento, solicitando atenção humana (por exemplo, para ser alimentado), ou como uma saudação. Alguns vocalizam excessivamente, enquanto que outros raramente miam. Dependendo da raça, são capazes de emitir cerca de 100 tipos de vocalizações diferentes, incluindo sons que se assemelham à linguagem humana. Os machos possuem vocalização mais forte e grave que as fêmeas e a espécie doméstica costuma miar muito mais do que a selvagem, já que é a principal forma que eles têm de chamar a atenção de seus donos.

Ronrono
O ronrom, ronrono, ou ronronar, é o ruído contínuo produzido pelos felinos e que faz parte de sua comunicação. O gato doméstico ronrona em uma faixa de frequência entre os 22,4 e 30,2 hertz. Diferentemente do miado, o ronronar produz um som de timbre grave, audível apenas a curtas distâncias.

Gatos costumam ronronar quando estão deitados.

O gato geralmente ronrona quando se encontra em um estado de calma, prazer ou satisfação. Entretanto, pode ronronar quando está se sentindo angustiado, aflito ou com dor. Ronrona na presença de outros gatos ou, se ainda filhotes, na presença da mãe - por exemplo. Existem muitas teorias que explicam a origem deste som, incluindo vibração das falsas cordas vocais quando inspiram ou expiram, o som do sangue circulando pela artéria, ressonância direta nos pulmões, entre outras. Atualmente, acredita-se que o ronronar é o resultado de impulsos rítmicos produzidos por sua laringe. Quando um gato emite o característico som de satisfação, é possível sentir sua garganta vibrar. Dentro da garganta, juntamente com as cordas vocais, o gato possui um par de estruturas chamadas pregas vestibulares. Alguns pesquisadores acreditam que essas pregas vibram quando o gato ronrona.
No entanto, há quem diga que as pregas vestibulares nada têm a ver com a vibração da laringe, relacionada a esse ronronar. A origem então estaria em um aumento momentâneo na turbulência do sangue no sistema circulatório do gato. Esta turbulência seria mais intensa quando o sangue é desviado para uma veia excepcionalmente larga, situada no peito do animal. Quando os músculos à volta desta veia se contraem, as vibrações provocadas pela turbulência são amplificadas pelo diafragma, antes de subirem pela traqueia  e ressoarem na cavidade sinusoidal. Essa vibração faz com que o gato libere endorfina, causando uma sensação instantânea de bem-estar. É evidente que o ronronar exige pouca energia por parte do animal, uma vez que os felinos podem produzir tal som por vários minutos consecutivos.
Outros sons
A maioria dos gatos bufa ou grunhe quando está em perigo. Alguns podem gorjear, quando observam uma presa ou expressando interesse a um objeto próximo. Quando esse som é dirigido a uma presa fora de alcance, não se sabe se é com a intenção de apresentar um barulho ameaçador, uma expressão de frustração ou para imitar o canto de uma ave (ou de uma presa da ave, como a cigarra). Recentemente, estudiosos do comportamento animal creem que este som é um "comportamento de ensaio", no qual o gato antecipa ou pratica como matar sua presa, já que o barulho usualmente acompanha um movimento da mandíbula similar ao que utilizam para matar a presa.

Características genéticas felinas

Características genéticas felinas

O gato apresenta 38 cromossomos e são conhecidas cerca de 200 patologias associadas, muitas delas comuns aos seres humanos. O projeto "Genoma do Gato" do Laboratory of Genomic Diversity, pretende descobrir seu genoma.

Existe uma crença de que os gatos brancos de olhos de cada cor, característica conhecida por heterocromia, cujos portadores são denominados gatos de olhos ímpar.Isto está certo em parte, já que há uma maior probabilidade de gatos com essas características serem também surdos, mas este fato não é determinante.


Gata com heterocromia, anomalia genética na qual o indivíduo possui um olho de cada cor.

A cor branca dos gatos se deve à ausência de melanina em sua pele e pelos. Há quatro modos de um gato ser da coloração branca "sólida": ser homozigótico para o alelo K (albino de olhos azuis) ser homozigótico para o alelo C que é (albino de olhos vermelhos); ser homozigótico para o alelo S ( mancha branca); ou possuir o alelo W (do gene branco predominante) no seu cariótipo.
O gene da surdez é o próprio dos gatos brancos, chama-se alelo W, e é o causador da coloração branca e da surdez aos gatos. Nem todos os gatos brancos são surdos, só o são os que representam o tal gene. O gene W faz com que o gato seja branco, ainda que seus genes digam que ele é um gato escuro, este gene tem a peculiaridade de "mascarar" o resto das colorações para faze-los brancos. Além disso, estes gatos só tem os olhos azuis ou verdes. Outra características genética é o fato de, em alguns animais, os dentes caninos da mandíbula inferior serem proeminentes, semelhantemente ao observado nos fósseis do tigre-dentes-de-sabre.

GATOS SÃO NOSSOS PROTETORES


GATOS SÃO NOSSOS PROTETORES

Félix

Os gatos possuem uma conexão com o mundo mágico, invisível. Assim como os cães são nossos guardiões no mundo físico, os gatos são nossos protetores no mundo energético. Durante o tempo em que passa acordado, o gato vai “limpando” a sua casa das energias intrusas. Enquanto dorme, ele filtra e transmuta esta energia.
O gato pode, muitas vezes, ficar em lugares com baixa circulação de energia ou Chi vital para poder ativar esta área.
Quem já não presenciou seu gato olhando para o nada, totalmente imerso... Ele certamente vê coisas que não vemos, desde insetinhos microscópicos até seres de outras dimensões.
 Muitas vezes seu gato vai para um lugar isolado da casa e começa a miar... Não é só atenção que ele quer: é uma espécie de alerta que ele está dando: a qualidade da energia daquele espaço precisa ser melhorada. Nossos problemas, nosso stress diário é absorvido pelo gato.       Quando a barra pesa demais e o espaço está muito carregado, não raro o gato adoece.
Claro que o gato não é o único responsável pelo o equilíbrio energético do seu lar, mas ele se esforça bastante. Quando mais harmônico for seu ambiente, menos energia negativa ele precisará filtrar e conseqüentemente será mais feliz e saudável. Quando dormimos, nossos corpos astrais separam-se do corpo físico e vão para a quinta dimensão, a dimensão sem tempo e espaço: a dimensão em que estamos durante nossos sonhos. Por falta de treinamento e preparo, na grande maioria das vezes não enxergamos essa dimensão tal como ela é, em vez disso a “mascaramos” e codificamos com nosso conteúdo psíquico e inconsciente. Os gatos muitas vezes nos acompanham nessas viagens astrais ou protegem nosso corpo astral, além de guardar o nosso quarto de espíritos indesejados enquanto dormimos. Essas são as razões pelas quais eles gostam de dormir conosco na cama.
Os gatos também monitoram nossa evolução. Durante sua convivência conosco, eles transmitem informações a dimensões superiores, servindo como radares e transmissores. Além disso, como transmutadores de energia, eles auxiliam na cura, desempenhando um papel semelhante ao dos cristais.
Os gatinhos são professores, eles ensinam a amar. Um amor livre, não submisso, respeitador do arbítrio alheio e das diferenças. Por isso tantas pessoas têm dificuldade de conviver com gatos e os acham “interesseiros”.          
Primeiro, você tem que conquistar a confiança de um gato. Depois, você tem que aprender a respeitá-lo. Ele vai demonstrar afeto quando realmente estiver disposto, não a hora que você mandar. Gatos emanam amor.
Do ponto de vista energético, pessoas que têm alergia a gatos são pessoas que têm dificuldade de deixar o amor entrar em suas vidas.
Se há muitas pessoas na família e um único gato, ele pode ficar sobrecarregado absorvendo a negatividade de todos. É bom ter mais de um gato para dividir a carga entre eles, ainda mais nesses casos.
Se você não tem um gato, e um gatinho de rua aparece em sua vida, é porque você precisa de um gato em uma época particular. O gatinho está se propondo a ajudar você. Se você não pode acolher o gatinho, é importante que você encontre um lar para ele. O gatinho chegou até você por alguma razão que você pode não compreender a nível físico, mas você pode descobrir através dos sonhos se assim desejar. Muitas vezes o gatinho aparece, cumpre sua função e se vai.
Fique atento à forma como os gatos reagem a visitas na sua casa. Muitas vezes eles estão tentando protegê-lo de um campo áurico negativo ou pesado.